Vai ao ginásio para melhorar a sua saúde, mas sabia que o seu local de treino pode esconder uma quantidade impressionante de bactérias e germes? Elaborámos uma lista com os 7 pontos negros do ginásio, os locais que, por norma, contêm mais sujidade e bactérias.
Ir ao ginásio é sinónimo de saúde, bem-estar e prevenção de doenças. Contudo, estes espaços, frequentados diariamente por milhares de pessoas, escondem também um lado menos positivo: a elevada presença de germes e bactérias em superfícies de uso comum. Segundo especialistas em saúde pública, algumas áreas dos ginásios podem ser ainda mais contaminadas do que a própria sanita de uma casa de banho.

Os sete locais mais contaminados dos ginásios
1. Bolas de exercício
As bolas de pilates ou de ginástica têm superfícies porosas e texturizadas, onde bactérias e vírus se instalam facilmente. Uma limpeza superficial, está cientificamente comprovada que não é suficiente para eliminar os microrganismos. A regra é simples: use sempre uma toalha para as secar e desinfete-as antes e depois de usar, se possível.
2. Tapetes de ioga
Muito usados em aulas coletivas, os tapetes são difíceis de higienizar e acumulam suor, células mortas da pele e germes. A recomendação dos especialistas é levar sempre o seu próprio tapete, de forma a reduzir o risco se usar os do ginásio, ou certifique-se de o limpar bem com um spray desinfetante antes e depois de cada utilização.
3. Barras e halteres
Pesos livres, barras e cabos de máquinas estão entre os equipamentos mais contaminados, devido ao contacto direto e frequente com as mãos. Um estudo encontrou vírus da gripe em mais de metade destes objetos num ginásio analisado. A sua limpeza frequente é essencial, e por isso, a dica é: use sempre uma toalha entre as suas mãos e o equipamento.
4. Pegas de equipamentos cardiovasculares
Bicicletas, passadeiras e elípticas são usados continuamente ao longo do dia. Se não forem limpos após cada utilização, transformam-se rapidamente em pontos de transmissão de germes. Antes de começar o seu treino, limpe as pegas com um pano desinfetante e, claro, lave bem as mãos no final.
5. Paredes e chão dos duches
Água corrente não é sinónimo de limpeza. Nos balneários, fungos e bolores podem proliferar em superfícies húmidas, aumentando o risco de infeções fúngicas. Uma limpeza pouco eficaz ou pouco regular é caminho fácil para doenças e problemas relativamente comuns, como é o caso do pé de atleta. Uma das regras de ouro nos chuveiros é usar sempre chinelos no duche.
6. Botões das máquinas
Aparentemente inofensivos, os botões de seleção de programas em passadeiras ou máquinas de musculação são tocados por dezenas de pessoas e raramente recebem atenção durante a limpeza. O ideal é passar um pano desinfetante nos botões antes de ajustar o peso ou a intensidade da sua máquina.
7. Fontes de água
Um dos pontos mais problemáticos. As fontes podem ser contaminadas facilmente, e até as garrafas pessoais tornam-se perigosas quando não são devidamente higienizadas. Evite que o bocal da sua garrafa toque na fonte e lembre-se de a lavar diariamente com água e sabão.

Como se proteger no ginásio
Os especialistas recomendam medidas simples mas eficazes:
- Levar sempre toalha e evitar contacto direto com superfícies.
- Limpar os equipamentos antes e depois de usar, recorrendo a sprays ou toalhetes desinfetantes.
- Usar calçado próprio para o ginásio, especialmente nos balneários.
- Lavar e desinfetar garrafas de água regularmente.
- Reforçar a higiene pessoal com banho imediato após o treino.

Exercício sim, mas em segurança
A prática de atividade física em ginásio continua a ser altamente benéfica para a saúde, mas exige cuidados redobrados. Como alertam os especialistas, “as áreas mais utilizadas são também as mais contaminadas”. Estar informado e adotar pequenos hábitos de prevenção é a chave para treinar de forma segura, sem riscos desnecessários para a saúde.






